Use Toodledo as your to-do list? Are you already using a Google Chrome’s development build with support for Web Apps (if you want to know how to do it read this first)? Now you can add Toodledo Web App for your Google Chrome.
Posts Tagged: google
5
Aug 10
Links for 2010-08-4 through 2010-08-5
These are my shared links for 2010-08-4 through 2010-08-6:
-
Why Developers Did Not Adopt Google Wave [ReadWriteCloud]
“Now that Google is not prioritizing, developers can cherry pick elements of innovation that made up Wave and use as needed for their apps,” said Sameer Patel, a well-respected Enterprise 2.0 consultant with the Sovos Group, who wrote a post yesterday about Google’s news. - The Most Powerful and Feature Rich Web-Based Code Editors (IDEs) [Speckyboy Design Magazine]
- Was Internet Explorer nearly the only major browser with always-on privacy features? [Download Squad]
24
May 10
A cada vez maior fragmentação no universo Android
(Texto publicado originalmente no Diário2)
O iPhone tem uma grande vantagem em relação ao Android: um sistema operativo que corre apenas numa plataforma. Este tem sido, aliás, o caminho da Apple nos computadores e em tudo o resto, preferindo um sistema operativo orientado a uma arquitectura conhecida.
A Google, por seu lado, seguiu um caminho diferente para os dispositivos móveis: lançou um sistema livre e aberto a todos, em especial aos potenciais fabricantes que o poderiam adaptar às suas necessidades e assim conquistar uma maior fatia de mercado.
Uma das vantagens de se optar por um sistema exclusivo para uma arquitectura conhecida e para um único fabricante é que é fácil conciliar o os desenvolvimentos de ambos, permitindo ter um calendário de lançamentos único. O problema com o sistema Android é que cresceu imenso no último ano, cresceu exponencialmente em vendas, cresceu no número de fabricantes que o adoptaram e, mais importante, cresceu em funcionalidades e versões lançadas, e coordenar estes lançamentos com os prazos de cada um dos fabricantes não é fácil.
O exemplo disto é que nos próximos dias deverá ser lançada na Google I/O 2010 a mais recente versão do sistema, a 2.2, mas ainda são comercializados modelos com as três versões anteriores: 1.5 (que equipa os HTC Hero e Magic), 1.6 (presente no HTC Tattoo) e 2.1 (versão disponível nos dispositivos mais recentes).
Há uma cada vez maior fragmentação no universo Android, com todas as diferentes versões a coexistirem no mercado, a que se soma as diferentes variações de cada fabricante vai criando. Isto torna a vida complicada não só aos fabricantes como também a quem mantém os milhares de aplicações, ao ter de suportar todas estas variações (que contrasta com a tarefa mais simples de quem desenvolve aplicações para iPhone) ou optar por suportar apenas um subconjunto dos dispositivos existentes.
O Android está a crescer rápido, e com isso poderá no futuro tornar-se demasiado complexo e ramificado.
5
Feb 10
Links for 2010-02-5
These are my shared links for 2010-02-5
Two .NET 4.0 lesser-known features [Just another Software Engineer]
Improved Unit Testing and built-in Caching (outside the System.Web assemblies)
shared in delicious, tags:.net programming shared
35 Google open-source projects that you probably don’t know [0x1fff]
shared in delicious, tags:google software opensource shared
What’s New in ASP.NET MVC 2.0? [CodeGuru]
shared in delicious, tags:.net aspnetmvc programming internet shared
4
Feb 10
Links for 2010-02-3 through 2010-02-4
These are my shared links for 2010-02-3 through 2010-02-4:
Report Details Hacks Targeting Google, Others [Wired]
shared in delicious, tags:hacking cyberwar internet security technology google china shared
How to Use Google Maps for Trip Planning [Matador Trips]
shared in delicious, tags:travel web2.0 shared
Firefox fires up on Android [Make:]Mozilla is testing Firefox full interface in Android. It may seem silly, but considering Android may power tablets and netbooks could be a clever move.
shared in delicious, tags:mobile android internet shared
27
Nov 09
Chrome OS, o sistema operativo só para a Internet
Texto publicado originalmente no Diário2
A Google sempre quis que os utilizadores estivessem permanentemente online. Com o Google Search criou o hábito de não ser preciso guardar nada encontrado na Internet, pois é sempre possível encontrar seja o que for, o Gmail foi o primeiro serviço de email de massas com espaço de armazenamento suficiente para não ser obrigatório apagar mensagens e o Google Docs leva o “Office” para fora do disco rígido. Um dos próximos passos da Google será um sistema operativo próprio, o Chrome OS, e como não podia deixar de ser será muito orientado para a web, mais do que os utilizadores provavelmente estarão habituados.
Apesar de o Chrome OS apenas estar previsto para daqui a algum tempo, a data estimada de lançamento é final de 2010, é já possível testar as suas funcionalidades através de uma versão de teste do Chromium OS, o projecto open source que lhe serve de base. E não poderia ser um sistema operativo mais simples e básico, e o facto de ter o mesmo nome do navegador da Google não deixa enganar: o sistema operativo é o navegador, e apenas o navegador. Não existem aplicações a instalar, não existem utilizadores a criar ou configurar.

O arranque, extremamente rápido, leva-nos a um ecrã de autenticação, onde obviamente são usadas as credenciais do Google (ou Google Apps) para iniciar o sistema. Após este passo temos apenas uma janela com o já conhecido navegador Chrome ligeiramente alterado: uma pequena página de inicial com acessos rápidos aos serviços da Google e as mais conhecidas redes sociais (Twitter, Facebook, etc.). E na verdade resume-se isto, não é possível instalar aplicações externas, tanto mais que núcleo do Chrome OS é iniciado em modo de leitura (um sinal muito claro da Google que trata-se de um sistema “virado para a cloud”), nem alterar definições que não as do navegador. Aqui as aplicações serão os sítios abertos nos separadores do navegador, os serviços estarão todos fora do computador e a única possibilidade de adicionar funcionalidade será através da biblioteca de extensões do Chrome.

E o que esperar do Chrome OS? Claramente não é um sistema para substituir o Windows MacOS, ou Linux. A aposta da Google vai para mudar o paradigma, para apenas usar serviços remotos no dia a dia, ou esperar que os utilizadores assumam que na verdade já fizeram essa mudança mas ainda não repararam. Ainda há muita especulação em torno do Chrome OS, mas o mais certo que nem sequer esteja disponível para instalação num computador normal, sendo apenas disponibilizado através de dispositivos específicos que não serão mais que netbooks baratos e sem disco rígido com o sistema operativo já incluído. Resta esperar mais um ano até sair a versão final.
PS – No MakeUseOf existe um excelente tutorial (em inglês) que mostra como testar o Chrome OS a partir de uma pen USB.





